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Coral revela talento dos delegados aposentados

Grupo formado por 28 coralistas se reúne semanalmente na sede da ADPF

Foto: Comunicação/ADPF

Quando as pessoas param de trabalhar, começam a se perguntar quais ações podem desenvolver para se manterem ativas. Para um grupo de delegados aposentados da ADPF a resposta é cantar.

Todas as quartas-feiras, doces acordes agitam as noites da Associação, em Brasília. É o coral dos aposentados que se reúne para mais um ensaio semanal.

O animado grupo de delegados federais reúne também familiares e amigos. Ao todo, são 28 componentes divididos em soprano, meio-soprano, contralto, tenor, barítono e baixo.

A maioria dos participantes nem imaginava que um dia pudesse cantar e encantar diversos públicos. Foi o que aconteceu em Mendonza, na Argentina, durante uma apresentação internacional que emocionou os coralistas e o público presente. “Muita gente se emocionou e nos aplaudiram de pé”, conta o delegado Bolivar Steinmetz, um dos fundadores do coral. O que, segundo ele, é comum nas apresentações. “A gente sempre percebe que as pessoas ficam emocionadas e algumas até choram com a nossa música.”

É o coral dos aposentados que se reúne para mais um ensaio semanal. O animado grupo de delegados federais reúne também familiares e amigos. Ao todo, são 28 componentes divididos em soprano, meio-soprano, contralto, tenor, barítono e baixo.

A maioria dos participantes nem imaginava que um dia pudesse cantar e encantar diversos públicos. Foi o que aconteceu em Mendonza, na Argentina, durante uma apresentação internacional que emocionou os coralistas e o público presente.

“Muita gente se emocionou e nos aplaudiram de pé”, conta o delegado Bolivar Steinmetz, um dos fundadores do coral. O que, segundo ele, é comum nas apresentações. “A gente sempre percebe que as pessoas ficam emocionadas e algumas até choram com a nossa música.”

Entre os componentes, cada um tem sua extensão de voz, personalidade e estilo de vida, fatores que se encaixam para que os coralistas formem uma grande família musical e fraternal. “Estamos sempre trocando mensagens, comemorando os aniversários e apoiando uns aos outros.

A música nos propiciou muito mais que integração. Fez de nós uma família”, afirma a delegada Angélica Resende, uma das diretoras e contralto do coral.

A delegada Marta Ponce de Leon destaca a importância de manter ativo o grupo de aposentados. Há cinco anos, ela participa do coral e acredita que é um ótimo meio de fazer amizades. “Me anima muito. Eu provavelmente estaria em casa nesse horário”, comenta.

Para a delegada Marta Ponce, além de ser uma atividade que a tira da rotina, um dos pontos altos do coral é o trabalho de elevação da autoestima dos integrantes e também de quem assiste as apresentações. “Nos apresentamos em locais onde temos a oportunidade de levar muita alegria, como no Lar dos Velhinhos São Francisco de Assis e na ala infantil do Hospital de Base.”

As visitas às instituições sociais também são um diferencial para o delegado Josué Guedes, que só começou a frequentar o coral depois da insistência da esposa, Maria José Guedes.

Hoje em dia, segundo o delegado, o coral é um espaço de entretenimento e de interação social muito significativo. Porém, um dos aspectos mais importantes, é o atendimento a instituições assistenciais, que de acordo com ele, “vivem praticamente abandonadas, como por exemplo, o Lar dos Velhinhos e os orfanatos.”

“Eles ficam muito felizes quando vamos lá cantar, pois se sentem sozinhos e, quando chega um grupo de pessoas que dá atenção, é muito bom”, explica Josué, que faz questão de ressaltar o que recebe de volta com essa ação. “Há retorno para nós, que também nos sentimos felizes”, conclui.

FUNDAÇÃO

O coral foi fundado em 2009, na gestão do ex-presidente Sandro Avelar, por uma iniciativa do delegado federal Bolivar Steinmetz e da delegada Iracema Cirino de Sá Ribeiro.

Desde então, o grupo tem feito inúmeras apresentações em cantatas de Natal, missas, hospitais e nas solenidades de aniversário do Departamento de Polícia Federal. Em 2010, as vozes dos dele – gados federais chegaram em Mendonza, na Argentina, para participar do Cantapueblo – un canto a la Libertad. Evento que reuniu corais de diversos países do mundo, para apresentações em teatros, auditórios e igrejas.

Além de uma emocionante apresentação na Praça da Independência. Atualmente, o coral é coordenado pelo delegado Bolivar Steinmetz e as delegadas Marta Pereira Ponce de Leon, Maria da Graça Fredenhagem de Oliveira Nascimento e Maria Angélica Ribeiro de Resende. E conta com a participação da maestrina Cláudia da Silva Costa e da pianista Ilke Takada, ambas da Escola de Música de Brasília.

Grupo ensaiando ao som dos acordes da pianista Ilke Takada
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Escrito por Luana

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