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Novos delegados federais conhecem atuação da ADPF e benefícios para a classe

Luta pela recomposição dos quadros da Polícia Federal e fomento à publicação de livros foram algumas iniciativas mencionadas.

Os novos delegados e delegadas da Polícia Federal, aprovados no último concurso da instituição, foram recepcionados em almoço oferecido pela Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), na sede da entidade em Brasília (DF). O encontro ocorreu uma semana antes da formatura na Academia Nacional de Polícia (ANP), em novembro de 2019. 

No evento, além de se confraternizar e conhecer a Diretoria Executiva da ADPF, os novos delegados ouviram do presidente da associação, Edvandir Paiva, uma breve explanação sobre como tem sido a atuação da entidade em prol dos associados. 

“Ela é o motivo de a gente não ter apenas 50 delegados comemorando a iminência de ocuparem seus cargos na PF. O plano da Polícia Federal era fazer concurso apenas para 50 delegados e por um trabalho da ADPF foi possível transformar isso em mais de 300 vagas. Então, chegar a esse momento é um sonho”, disse Paiva. Ele mencionou a atuação da diretora regional da ADPF-SP, Tania Prado, na luta pela chamada dos excedentes. A delegada federal foi convidada para recepcionar os novos delegados.

“É muito importante e significativo estar aqui porque a gente lutou muito para que não fossem meras 50 vagas de delegado no concurso. E ainda conseguimos, lógico, com o trabalho de vários de vocês, que essas vagas fossem ampliadas. Uma luta muito bonita de assistir. Eu senti muito orgulho dos futuros delegados já nessa fase que a gente presenciou e dos colegas de vocês que vão fazer a próxima academia e que vão ser também muito bem recebidos”, falou Tania.

Diretora regional da ADPF-SP, Tania Prado, foi convidada para dar boas vindas aos novos delegados federais

A delegada federal aproveitou a saudação de boas vindas aos futuros delegados para convidá-los a se associarem. “É uma grande oportunidade de ajudar a fortalecer a associação. Todo mundo pode ajudar de alguma forma. Porque a associação não é só o diretor, o presidente, ela é composta pelos delegados. Cada um tem um papel importante. E vocês como são as novas células que estão entrando na PF, jovens com tanto vigor, vocês vão fazer uma baita diferença”, explicou.

O vice-presidente da ADPF e diretor regional da associação no Distrito Federal, Luciano Leiro, também parabenizou os novos delegados e reforçou o convite para associação. “Se tem alguém que defende vocês é a ADPF. Muitas vezes, a própria Polícia Federal não tem força para atuar em várias questões relativas à nossa atividade. Mas a ADPF está sempre defendendo vocês. É um trabalho diário que nós temos aqui”, afirmou.

Também recepcionaram os novos delegados o tesoureiro-geral da ADPF, Rodrigo Bittencourt, e os delegados de Polícia Federal Márcio Anselmo e Tony Jean.

ADPF

Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal tem 43 anos de existência e é a principal representante dos delegados de Polícia Federal, no Brasil. Em cada unidade da federação há um diretor regional e há representantes da ADPF em várias delegacias que não estão nas capitais.

“A ADPF é a voz dos delegados, o porto seguro dos delegados. Vocês podem ter a certeza que toda vez que virem um delegado da diretoria da ADPF, seja nacional ou regional, ele estará defendendo o seu interesse, estará defendendo que o seu cargo, que a sua polícia, a Polícia Federal do Brasil seja muito respeitada e forte”, falou Paiva.

Lutas

O presidente da ADPF mencionou os debates que vem ocorrendo em torno do modelo de segurança pública no Brasil e no mundo. Para ele, é necessária a manifestação dos delegados sobre o tema. Segundo Paiva, o posicionamento da associação nesse contexto é o de que há ajustes a serem feitos em várias carreiras das forças de segurança, desde que não haja a transposição de um cargo para o outro.

“Quando nós admitimos que acabe o concurso para delegado de polícia, fazemos o nosso cargo virar um mero cargo comissionado. E, se isto ocorrer, será feito com quais critérios? Seleção interna? Já conseguimos que entrada na Polícia Federal seja condicionada à experiência nas áreas policial ou jurídica. São essas as ponderações que nós apresentamos nesse debate”, esclareceu Paiva.

Benefícios

Entre os benefícios aos associados, Paiva citou o fomento oferecido pela entidade para a publicação de livros. Para ele, num momento em que várias categorias apontam o modelo de investigação brasileira como o principal problema da segurança pública do País, faz-se necessária a manifestação do posicionamento dos operadores jurídicos que atuam neste cenário, para combater falsos discursos de que a polícia judiciária não funciona. 

“As nossas teses precisam ser reverberadas e vários livros vêm sendo produzidos e publicados com o apoio da ADPF”, informou. As publicações são vendidas na lojinha do site da associação e também enviadas a formadores de opinião na área jurídica.

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Escrito por maiara

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